REVIEW: Simpsons Hit & Run

The Simpsons: Hit & Run é um jogo descaradamente inspirado na popular série de jogos Grand Theft Auto da Rockstar Games. No entanto, por ser direcionado para um público mais jovem, retira praticamente toda a violência gratuíta – ainda é possível atropelar pessoas, mas esta snão morrem – e simplifica o sistema de missões.

O sistema de mapa/radar é praticamente o mesmo, estando está mesmo apresentado em forma de círculo, mas setas verdes – ou vermelhas se você estiver no sentido incorreto – sobre as estradas indicam a direção que você deve seguir a maioria do tempo. Um dos problemas do jogo inclusive diz respeito à essas setas, que estão presentes apenas no caminho correto, portanto se você sair da rota, provavelmente vai ter que sair procurando as setas se o mini-mapa não servir para indicar a direção a seguir.

O sistema de missões foi bastante simplificado, se em GTA ou The Godfather é bastante fácil não saber para onde ir ou o que fazer, Hit & Run indica com setas, inclusive no mapa, missões, corridas, mini-games e outras missões que você pode fazer conversando com os personagens e também da missão atual. Uma inclusão que seria bem-vinda é mostrar onde você estacionou seu veículo, mas você pode chamar qualquer um de sua garagem em uma cabine telefônica facilmente.

Os extras do jogo garantem uma diversão extra, você pode comprar carros, roupas – sendo que alguns destes são até necessários para missões – e outros items, além de acionar em alguns lugares várias gags (piadas) que remetem ao desenho. Aliás, esse é o grande trunfo para quem gosta de Simpsons, o jogo simula com um abusrdo detalhamento e pesquisa eventos, lugares e até outdoors que apareceram em mais de uma década de desenho na TV.

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Esse é um review preliminar, confrome eu for avançando no jogo posso alterar algumas opniões.

Essa é a cópia mais descarada de Final Fantasy que alguém, a Electronic Arts no caso, já fez, mas o resultado ao invés de ser uma colcah de retalhos impressiona. Claro que esse jogo não traz aquela costumeira qualidade no acabamento gráfico dos jogos da Square-Enix, mas compensa com a fantástica ambientação de Senhor dos Anéis.

O maior problema sem dúvia são os gráficos, se não chegam a comprometer, não tem o acabamento de FF, os polígonos dão aos personagens uma cara bem quadrada, e as texturas são perceptivelmente grandes e esticadas, de forma que o chão e paredes parecem um bitmap distorcido. Esses problemas são compensados em parte com a ambientação, os personagens, suas roupas, os inimigos e equipamentos são muito bonitos (a elfinha é um show à parte). Uma pequena coisa chata é que colocaram um filtro de blur leve nas cenas em que os personagens conversam, fica tudo parecendo enevoado, provavelmente para disfarçar o acabamento gráfico.

O som é algo muito bem trabalhado neste jogo, melhor até que FF, as músicas são as mesmas do filme, trabalhadas para misturarem-se bem aos momentos e fazem você se sentir realmente jogando o filme a toda hora. Os sons também são muito bons, dublagem de primeira, inclusive com o Gandalf narrando toda a aventura com diversas (umas 200) cutcenes tiradas diretamente do filme, mas até os Orcs soam muito bem. Outro ponto fraco do jogo é seu storyline, da mesma forma que Enter the Matrix se passa no decorrer dos eventos do filme, mas limita-se demais ao que ocorre no filme, sem ser original o suficiente.

Como já dito, o jogo copia o sistema de Final Fantasy, mais precisamente de FF X, mas por incrível que pareça a Electronic Arts conseguiu melhorar alguns pontos, um exemplo é a câmera, com um movimento muito mais natural, principalmente porque os mapas são muuuuito maiores, cheios de declives no relevo e com mais caminhos e desvios, o que acaba com a linearidade demasiada de FF X. Um mini-mapa indicando a direção também está presente e é bastante útil, ao contrário dos sinais que apontam se você vai ser atacado ou não logo em seguida. Esse sistema pode ser útil para curar os personagens antes de uma próxima batalha, mas quem é que anda com os personagens com HP baixo por aí em um jogo com batalhas randômicas?
O sistema de equipamento é o clássico de qualquer RPG, não imitando FF X onde eles limitavam-se à emprestas habilidades e não ataque/armadura aos personagens.

Pontos Fortes: Som, Música, Mapas
Pontos Fracos: Gráficos e Texturas, Storyline
Nota: 8,5

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Bom, meu amigo Akira tem publicado notícias sobre jogos em seu mais que interessante site, Keep Pushing the Button. Eu e ele já tivemos um site em conjunto, que anda bem abandonado ultimamente, a Upperland. Como recentemente ganhei um PS2 de minha namorada e acabei de me formar em Ciência da Computação, protanto estou temporariamente desempregado, retomei o interesse de escrever sobre jogos, então estou retomando a Upperland, agora aqui no blogger.com.
Esperem notícias semanais, reviews e dicas sobre jogos, não apenas de PS2, mas PSX, SNES, Genesis, NES, Master System… enfim, o que rolar na minha tela de TV ou PC, vai vir parar aqui!